Otimizer Sistemas
Quero uma apresentação
ERP para concreteira, usina de concreto e artefatos de cimento

Sistema ERP para
Concreteiras e Fábricas de Blocos

  • Desde 2016no mercado
  • +32integrações
  • Nuvemou servidor local

Algumas empresas que usam a Otimizer

Equipe da Otimizer Sistemas Desde 2016no mercado

Sistema para concreteira e fábrica de artefatos de cimento

No mesmo pátio convivem duas rotinas. O concreto usinado tem pedido em metro cúbico marcado para uma hora, traço que precisa sair igual em toda carga e caminhão esperando a obra liberar. Os artefatos (bloco, tijolo, piso intertravado, meio-fio e tubo) saem da forma para o pátio antes de alguém pedir.

As duas usam o mesmo cimento e a mesma areia, mas contam de jeitos diferentes. Uma fatura o metro cúbico entregue e medido por obra, a outra fatura peça, milheiro e metro quadrado que saem do estoque.

O ERP Otimizer guarda o traço como ficha técnica das duas, com consumo por m³ dosado e por peça produzida. A ordem de produção nasce do pedido da obra ou do que falta no pátio. A programação do dia é feita por caminhão, e o bombeamento vira ordem de serviço, com hora de equipamento e equipe.

  • Suporte com time próprio por telefone, WhatsApp, e-mail, chat e acesso remoto
  • Implantação presencial ou 100% remota
  • Migração dos dados e treinamento da equipe
Falar com um consultor

Concreto usinado e artefatos de cimento na mesma empresa

Para quem dosa e entrega metro cúbico na obra, para quem produz bloco, tijolo e tubo para o pátio, e para quem faz as duas coisas.

Concreto usinado

  • Pedido em m³ por obra e por cliente
  • Traço, volume e horário combinados no pedido
  • Programação do dia por central e por caminhão
  • Bombeamento incluído ou contratado à parte

Blocos, tijolos e artefatos

  • Bloco, tijolo, piso intertravado, meio-fio, tubo e manilha
  • Ordem de produção pelo que falta no pátio
  • Lote de produção, forma usada e destino no pátio
  • Venda por peça, milheiro ou metro quadrado

Traço e dosagem

  • Traço cadastrado como ficha técnica do produto
  • Cimento, areia, brita, pó de pedra, água e aditivo
  • Consumo por m³ dosado ou por peça produzida
  • Consumo real comparado com o traço previsto

Entrega, medição e faturamento

  • Entrega na obra com horário, hora parada e retorno
  • Carga de palete e retirada no balcão do pátio
  • Medição por obra, do que foi entregue no período
  • NF-e do produto e NFS-e do bombeamento

Os módulos do ERP para concreteira e fábrica de blocos

Estoque, vendas, financeiro e fiscal trabalham ligados. A venda baixa o estoque, emite a nota e entra no financeiro.

Módulo fiscal

Nota do concreto e do bombeamento

  • NF-e (Nota Fiscal Eletrônica)
  • NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) no balcão do pátio
  • NFS-e (Nota Fiscal de Serviço Eletrônica) do bombeamento
  • CT-e e MDF-e (transporte)
  • Recebimento e manifestação das notas de compra

Módulo comercial

Pedido, traço e pátio

  • Pedido em metro cúbico por obra
  • Ficha técnica do traço e ordem de produção
  • Programação de entrega por caminhão
  • Ordem de serviço de bombeamento
  • Bloco e artefato em estoque, por lote e por palete
  • Venda por peça, milheiro ou metro quadrado
  • Estoque de cimento, agregado e aditivo
  • Frente de caixa (PDV) e TEF na venda de balcão

Módulo financeiro

Medição e contas por obra

  • Contas a pagar e a receber
  • Medição e faturamento por obra
  • Fluxo de caixa
  • Emissão de boletos
  • Open Finance: extrato e conciliação por API
  • DRE e rentabilidade por obra e por linha de produto

Por dentro do ERP para concreteira e fábrica de blocos

Capturas do sistema com dados de demonstração. Clique numa tela para ampliar e ler os detalhes.

Quem está por trás do sistema

A Otimizer desenvolve o ERP, faz a implantação e atende o suporte com equipe própria.

Desde 2016 no mercado

Desenvolvendo e implantando ERP, PDV e app de vendas

+32 integrações

Com loja virtual, marketplaces, bancos e outros sistemas

Time próprio no suporte

Por telefone, WhatsApp, e-mail, chat e acesso remoto

+10 estados

Clientes em mais de 10 estados, com implantação presencial ou a distância

Problemas do dia a dia que o ERP para concreteira resolve

Os tropeços de quem dosa na central, entrega em hora marcada e ainda produz artefato para o pátio.

Programação do dia no caderno

Pedido, horário e caminhão anotados à mão. Duas obras marcam a mesma hora, e alguém fica esperando.

Traço que só está na cabeça do operador

Sem ficha técnica cadastrada, cada carga sai de um jeito e o consumo de cimento nunca fecha com o volume vendido.

Cimento e agregado sem baixa

O silo esvazia e o estoque do sistema continua cheio, porque nada liga o m³ dosado nem a peça prensada ao insumo consumido.

Bloco contado a olho no pátio

Ninguém sabe quantos paletes de cada peça existem até alguém contar o pátio, e a venda é fechada sem saber se tem.

Produção de artefato sem critério

A forma roda o que o operador acha que vai faltar, e o pátio enche do que não sai enquanto o que vende acaba.

Hora parada que ninguém cobra

O caminhão espera a obra liberar, e a espera não fica registrada em lugar nenhum. O custo fica com a concreteira.

Medição refeita na planilha

No fechamento, alguém soma à mão as entregas de cada obra para chegar ao que a construtora deve.

Custo no escuro

Insumo, frete, hora de caminhão e bomba ficam separados, e não dá para saber qual obra ou qual peça deu resultado.

Funcionalidades do ERP para concreteira e fábrica de blocos

O metro cúbico é programado por caminhão, o bloco sai da forma com lote, e a obra é faturada pela medição.

O sistema em menos de um minuto Um resumo em vídeo de como o sistema organiza estoque, vendas, financeiro e fiscal.

Pedido, programação e entrega

  • Pedido em m³ com obra, traço e horário combinados.
  • Programação do dia por central e por caminhão.
  • Entrega, hora parada e retorno anotados na carga.

Bloco, tijolo e artefato

  • Bloco, tijolo, piso intertravado, meio-fio, tubo e manilha no catálogo.
  • Ordem de produção por lote, com a forma usada e o destino no pátio.
  • Produto acabado em estoque, por palete, para vender sem contar o pátio.

Traço como ficha técnica

  • Cimento, areia, brita, pó de pedra, água e aditivo na ficha.
  • Consumo por metro cúbico dosado ou por peça produzida.
  • Consumo real comparado com o traço previsto.

Estoque de insumo

  • Cimento em saco ou a granel, agregado e aditivo.
  • Baixa pelo volume dosado e pelo lote de peças prensado.
  • Compra disparada pelo que a programação vai consumir.

Bombeamento em OS

  • Ordem de serviço com hora de bomba e equipe.
  • NF-e do concreto e NFS-e do bombeamento.
  • Serviço ligado ao mesmo pedido e à mesma obra.

Medição e resultado

  • Medição do volume entregue por obra e por período.
  • Contrato de fornecimento com preço por m³ e tabela por peça.
  • Custo e margem por obra e por linha de artefato.

Prefere ver ao vivo?

Marque uma demonstração e veja o sistema rodando com os dados da sua empresa.

Falar com um consultor

ERP para concreteira e fábrica de blocos: recursos para médio e grande porte

No grupo com mais de uma central, cada uma tem a sua programação, os seus caminhões e o seu estoque de cimento, agregado e aditivo. A fábrica de artefatos cuida do produto acabado. Quando uma central repassa cimento à outra, o saldo das duas acompanha, e a diretoria vê o resultado por obra e por linha de produto.

Multiempresa e multi-CNPJ

Cada CNPJ do grupo com o seu estoque, o seu caixa e o seu fiscal, e a diretoria vendo o grupo somado.

Ver ERP para filiais

Permissão por usuário e função

Cada pessoa vê e altera só o que cabe à função dela: caixa, vendedor, comprador, financeiro, diretoria.

Registro de alterações

Quem alterou preço, estoque ou cadastro, e quando, fica registrado para auditoria.

Aprovação por alçada

Desconto, pedido ou crédito acima do limite passa por aprovação antes de seguir.

Painéis de indicadores

Margem, giro e vendas por unidade, vendedor e canal, com os números que a própria operação lança.

Gestão de custos

Custo por produto e margem real, para decidir preço e compra com número.

Leitor de XML

A nota de compra do fornecedor entra pelo arquivo XML, e a equipe confere os itens em vez de digitá-los.

API de integração

O ERP conversa por API com loja virtual, marketplace, banco e os outros sistemas da empresa.

Ver integração de sistemas

O que muda com o ERP para concreteira e fábrica de blocos

Com programação, traço e pátio registrados, a rotina da central e da fábrica de artefatos muda assim.

Dia programado sem choque

Com pedido, hora e caminhão num lugar só, a central para de marcar duas obras no mesmo horário.

Traço igual em toda carga

A ficha técnica sai do sistema, e o consumo de cimento passa a fechar com o volume vendido.

Pátio conferido no sistema

Cada m³ dosado e cada lote prensado baixam o insumo, e o bloco pronto fica em estoque por palete. A venda é fechada olhando o sistema.

Hora parada registrada

A espera na obra fica anotada na carga e deixa de ser um custo que ninguém vê.

Medição pronta no fechamento

O volume entregue por obra já está somado quando chega a hora de faturar a construtora.

Resultado por obra

Insumo, frete, caminhão e bomba na mesma conta mostram qual obra sustenta a operação.

Perguntas frequentes sobre o ERP para concreteira e fábrica de blocos

O que concreteiras, usinas e fábricas de artefatos de cimento perguntam sobre traço, entrega, pátio e medição.

O ERP para concreteira é para quem produz: concreteira, usina de concreto e fábrica de artefatos de cimento, com traço, dosagem, produção por lote, entrega na obra e bombeamento. A loja que revende cimento, areia e brita em saco ou por carga, sem produzir nada, tem o sistema para loja de material de construção.

A fábrica de artefatos é uma das duas frentes desta página. Bloco de concreto, tijolo, piso intertravado, meio-fio, tubo e manilha entram no catálogo com ficha técnica de consumo por peça. A produção é lançada por lote e o produto acabado fica em estoque por palete. A venda sai por peça, milheiro ou metro quadrado, no balcão ou por carga.

As duas dividem o mesmo cadastro de insumo e o mesmo estoque de cimento, areia, brita e aditivo. O concreto baixa pelo metro cúbico dosado, e o artefato, pelo lote que saiu da forma. O resultado aparece separado por linha, para comparar o que cada frente sustenta.

O traço é cadastrado como ficha técnica do produto, com cimento, areia, brita, água e aditivo por metro cúbico. O pedido gera a ordem de produção a partir dele, e o consumo real fica ao lado do previsto.

Os pedidos do dia entram numa programação por central e por caminhão, com volume, obra, horário e o que já saiu. Cada carga registra o destino e a hora de saída.

Os dois ficam no mesmo pedido e na mesma obra, mas saem em documentos próprios. O concreto, que é produto, sai com NF-e, e o bombeamento, que é serviço, com NFS-e, pela emissão de notas fiscais do ERP. O bombeamento entra como ordem de serviço, com hora de equipamento e equipe.

O sistema soma o volume entregue a cada obra no período e monta a medição a partir das entregas registradas, com o preço por m³ do contrato de fornecimento. O contas a receber fica separado por obra e por cliente.

A ordem de produção do artefato nasce do estoque, e não do pedido do cliente. O sistema mostra o que está baixo no pátio diante do que costuma sair, e a produção é lançada por lote, com a forma usada e o destino. No concreto usinado, ao contrário, a ordem nasce do pedido em m³ de uma obra.

A venda de balcão usa a frente de caixa (PDV) com TEF, para quem leva dois paletes na hora. O fornecimento para a construtora segue por pedido, medição e contas a receber por obra, e os dois consomem o mesmo estoque de produto acabado.

Vamos conversar sobre sua concreteira?

Quem programa os caminhões, quem dosa o traço e quem fatura a medição veem, na demonstração, a parte deles funcionando na rotina da sua central.

Clientes em mais de 10 estados. A implantação pode ser presencial ou a distância, por vídeo e acesso remoto.

Deixe seu contato