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ERP próprio ou de mercado:
vale a pena desenvolver do zero?

  • Desde 2016no mercado
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A pergunta certa não é "qual é melhor"

É "o que na minha empresa é diferente de todo mundo?". Quase toda empresa tem alguma coisa assim, e poucas têm tanto que justifique escrever um sistema inteiro.

O que é igual em todo mundo

É a maior parte de um ERP, e não faz sentido escrever de novo.

  • Contas a pagar e a receber, fluxo de caixa e DRE.
  • Estoque, entrada de nota e inventário.
  • Emissão de NF-e, NFC-e, NFS-e, CT-e e MDF-e.
  • Frente de caixa com TEF e PIX.
  • Cadastro de cliente, produto e fornecedor.

O que é só da sua empresa

É aqui que vale investir em desenvolvimento sob medida.

  • A regra de comissão que só o seu setor usa.
  • O portal que o seu cliente ou representante acessa.
  • A integração com o sistema do seu maior parceiro.
  • O relatório que a diretoria pede e ninguém tem.
  • O processo que hoje vive numa planilha ao lado.

O que não aparece no orçamento de um sistema próprio

Na hora de orçar, discute-se o preço de construir. São os custos abaixo que decidem se a conta fecha, e eles só aparecem depois.

O tempo até o primeiro uso

Um ERP de mercado já existe, e o prazo é o da implantação. Um sistema escrito do zero precisa ser construído antes de cobrir o que o pronto já faz, e enquanto isso a empresa segue gerida do jeito antigo.

A manutenção fiscal, para sempre

O layout da NF-e muda, a NFS-e vira padrão nacional, o IBS e a CBS entram na nota. Quem tem sistema próprio paga cada adequação sozinho. Quem usa ERP de mercado divide esse custo com todos os clientes do sistema.

A equipe que precisa ficar

Sistema próprio nunca fica pronto de vez. Ele precisa de quem o mantenha enquanto a empresa existir, e contratar, treinar e segurar esse time é um custo permanente.

Quando só uma pessoa conhece o sistema

Se o sistema depende de um desenvolvedor ou de uma empresa pequena, a saída de quem o mantém ameaça a continuidade do negócio, e não só a TI. Documentação e código-fonte em mãos são o mínimo a exigir em contrato.

O tempo de maturidade

Um ERP de mercado já passou, na operação de outras empresas, pelos erros que um sistema novo ainda vai encontrar. O sistema novo aprende com a sua operação servindo de laboratório.

As integrações que já existem

Maquininha, marketplace, banco por Open Finance, portal do contador. Quando não vem pronta, cada uma vira um projeto à parte.

Conte o processo que o ERP pronto não resolveria

É ele que mostra se o caso é de ajustar o ERP ou de construir algo novo. O consultor ouve e responde, mesmo que a resposta seja que o sistema padrão já faz.

Descrever o meu processo

O caminho que costuma ganhar: base pronta, medida no que falta

É o que a Otimizer faz na prática. O ERP de mercado sustenta o que é igual em todo mundo, e o desenvolvimento sob medida entra onde o seu negócio é diferente de verdade.

A base entra pronta

Financeiro, estoque, fiscal e caixa começam a rodar sem esperar por desenvolvimento nenhum.

A operação mostra o que falta

Com algumas semanas de uso, a lista do que o sistema não faz deixa de ser suposição. Ela fica concreta e, em geral, menor do que parecia.

O que sobra vira projeto

A integração, o portal ou a rotina específica é construída sobre a base que já está no ar, com escopo definido.

A conta fiscal continua dividida

Cada mudança de legislação chega pela atualização do ERP. O custo que é só seu fica restrito ao que foi feito para a sua empresa.

Perguntas frequentes sobre sistema próprio e ERP de mercado

As dúvidas que aparecem quando a decisão já está em cima da mesa.

Só quando duas condições se juntam. O processo central da empresa é o próprio diferencial, e nenhum sistema de mercado chega perto dele. E existe orçamento para manter uma equipe de desenvolvimento enquanto a empresa existir. Fora disso, a conta quase nunca fecha, porque o que se economiza em licença vai para reconstruir o que já existe e para acompanhar sozinho cada mudança de legislação.

Bem mais do que a estimativa inicial. No começo se enxergam as telas, mas o prazo vai embora no que está por baixo: regra fiscal por produto e por estado, comunicação com a SEFAZ, contingência, conciliação de cartão e fechamento. Enquanto isso é escrito, a empresa segue gerida como antes.

A dependência existe nos dois caminhos, e o que muda é de quem você depende. Com sistema próprio, você depende de quem escreveu o código, que costuma ser menos gente. O que reduz o risco está no contrato, e não na tecnologia: exportação dos seus dados em formato aberto e acesso ao XML das notas a qualquer momento. No ERP Otimizer, o contador acessa os XML pelo Portal do Contador.

Até certo ponto, e esse ponto costuma ir mais longe do que se imagina. Campo, relatório, regra de comissão, layout de impressão e integração por API resolvem a maior parte dos pedidos. A customização não deve mexer no núcleo fiscal e contábil, porque é ele que precisa continuar recebendo atualização.

O ponto de partida muda, a conclusão não. Ramo específico pede um ERP que já conheça a rotina dele, e por isso existem as páginas por segmento, cada uma com o que muda naquele setor. Sobre essa base, o que resta de específico costuma caber num projeto pequeno.

Porque faz as duas coisas e pode dizer onde cada uma ganha. O desenvolvimento sob medida da Otimizer constrói integrações, portais e sistemas específicos, e o consultor mostra antes onde o ERP padrão já resolve. Proposta que começa pelo maior escopo possível não é a mais honesta.

Veja quanto do seu processo o ERP pronto já resolve

Antes de orçar desenvolvimento, o consultor confere com você o que o sistema padrão já cobre e o que ficaria de fora.

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